Apenas 6 anos de idade, mas com um enorme coração

Quem também ficou feliz com a novidade foi Victoria Chaves, de 3 anos, que está internada no mesmo hospital de Curitiba. Ela nasceu com um problema cardíaco raro e não tem previsão para receber alta.

“A gente não sabe o que vai acontecer, se ela vai acordar viva, se ela vai poder ser operada. Estão estudando o caso dela”, conta a mãe, Silvanes Chaves.

Menina de 6 anos faz pulseiras de miçanga para doar a crianças de hospitais e orfanatos.

Laura Almeida, de 6 anos, ganhou de aniversário, em agosto, uma caixinha de miçangas. Ela logo estreou o presente: fez pulseiras e vendeu-as por R$ 2 para as amigas da escola. Mas a menina queria também dar um jeito de “alegrar quem está doente ou quem não tem papai e mamãe”.

Foi aí que nasceu a ideia de caprichar na produção e doar pulseirinhas coloridas para hospitais e orfanatos. Laura e a mãe, Virgínia, fabricam as bijuterias na garagem de casa, em Cajamar, zona metropolitana de São Paulo.

“As crianças devem ficar tristes e sozinhas, então tento dar alguma alegria para elas. Quando vem a inspiração, escolho as miçangas e faço as pulseiras. Já fiz uma de unicórnio que ficou linda”, conta.

Uma das presenteadas foi Samantha Vieira, de 9 anos, que está internada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela contraiu um vírus que causou aplasia medular – doença que paralisa a produção de células sanguíneas na medula óssea.

“Eu adorei a iniciativa, fiquei muito emocionada”, diz a menina.

A mãe dela, Luciana Vieira, relata que o presente aliviou a rotina de quimioterapia. “Saímos da nossa casa, em Anápolis (GO), e viemos para cá. Estamos esperando o transplante. Não é fácil estar longe de tudo”, conta. “Quando os pacotes das pulseiras chegaram, foi uma alegria.”

Quem também ficou feliz com a novidade foi Victoria Chaves, de 3 anos, que está internada no mesmo hospital de Curitiba. Ela nasceu com um problema cardíaco raro e não tem previsão para receber alta.

“A gente não sabe o que vai acontecer, se ela vai acordar viva, se ela vai poder ser operada. Estão estudando o caso dela”, conta a mãe, Silvanes Chaves.

#oamoreassim

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